A Mudança da Monocultura do Fumo no Agreste Alagoano: Seus Arranjos Produtivos Locais e os Impactos na Estrutura Social

Título

A Mudança da Monocultura do Fumo no Agreste Alagoano: Seus Arranjos Produtivos Locais e os Impactos na Estrutura Social

Autor

José Senivaldo Liberato

Descripción

Durante décadas a cultura do tabaco proporcionou a geração de emprego e renda, sobretudo a formação de riqueza para poucas famílias detentoras dos meios de beneficiamento e produção, na região do agreste alagoano. A agricultura familiar utilizava de suas terras para o plantio de uma única cultura agrícola, sem a possibilidade de arbitrar sobre os valores de compra e venda, uma vez que sua colheita era, geralmente, com destino a um único comprador. Com a questão de saúde pública sobre a redução do consumo de tabaco, as quedas nas vendas internas e externas, fizeram com que o governo brasileiro desenvolvesse políticas públicas voltadas para o desenvolvimento social e econômico com ênfase na diversificação da agricultura familiar, surgindo assim os arranjos produtivos locais e uma nova estrutura social.

Fecha

2016

Materia

Arranjo produtivo local, Desenvolvimento sustentável, Estrutura Social, Sociologia econômica

Fuente

International Journal of Professional Business Review

Editor

Tutor Treinamento e Desenvolvimento

Cobertura

Business, Management. Industrial management

Archivos

https://socictopen.socict.org/files/to_import/pdfs/ef2a11054009ea9002af1d8cd0906939.pdf

Citación

José Senivaldo Liberato, “A Mudança da Monocultura do Fumo no Agreste Alagoano: Seus Arranjos Produtivos Locais e os Impactos na Estrutura Social,” SOCICT Open, consulta 18 de abril de 2026, https://socictopen.socict.org/items/show/17922.

Formatos de Salida

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