Efeito de agrotóxicos usados na cultura do morangueiro sobre o predador Phytoseiulus macropilis (Banks) em laboratório, semicampo e campo no sul de Minas Gerais

Título

Efeito de agrotóxicos usados na cultura do morangueiro sobre o predador Phytoseiulus macropilis (Banks) em laboratório, semicampo e campo no sul de Minas Gerais

Autor

Rafaela Costa, Luiz Carlos Dias Rocha, Juliano Antonio de Freitas, Giovani Márcio Coura Júnior, Oliveiros Miranda dos Santos, Éder Oliveira do Couto

Descripción

A cultura do morangueiro apresenta grande importância para a agricultura familiar no sul de Minas Gerais devido ao elevado valor agregado e à distribuição de recursos. O ácaro-rajado (Tetranychus urticae Koch), principal praga desta cultura, é o principal dentre os artrópodes-praga do morangueiro. O método químico tem sido o mais adotado no controle dessa praga, mas esse método contribui para a seleção de indivíduos resistentes, contaminação de frutos e do ambiente, e ainda causa danos à saúde dos agricultores. Phytoseiulus macropilis (Banks) é um eficiente predador no controle de T. urticae e tem-se mostrado uma importante ferramenta para o manejo desta praga. No presente estudo objetivou-se avaliar o efeito de alguns produtos fitossanitários utilizados na cultura do morangueiro em sistemas de produção integrada (PIMo) sobre o predador P. macropilis, em condições de laboratório, semi-campo e campo. O bioensaio foi conduzido no Laboratório de Entomologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS), campus Inconfidentes. Os produtos testados, em g de i.a. L-1 de água foram: abamectina (0,072), fempiroximato (0,007) fempropatrina (0,195), propargito (0,195), imibenconazole (0,030), azoxistrobina (0,080), iprodiona (0,750) e água como testemunha. As caldas dos produtos foram aplicadas diretamente sobre os predadores por meio de pulverizadores manuais calibrados, para avaliar a mortalidade dos indivíduos. Abamectina e fempiroximato foram considerados nocivos ao predador P. macropilis. O composto Fempropatrina foi considerado como moderadamente nocivo, iprodiona foi considerado como levemente nocivo. Como produtos inócuos selecionaram-se compostos imibenconazole, azoxistrobina, propargito. Os compostos considerados seletivos ou inócuos podem ser recomendados no manejo integrado de pragas, associados com o predador P. macropilis. Em termos de semi-campo, todos os produtos testados para P. macropilis foram considerados seletivos. Desta forma, os testes em condições de campo foram dispensados. Palavras-chave: Seletividade. Predador. Phytoseiulus macropilis. Produção integrada de morangueiro. Controle biológico.

Fecha

2012

Identificador

10.18406/2316-1817v4n32012474

Fuente

Revista Agrogeoambiental

Editor

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais

Cobertura

Agriculture (General), Environmental sciences

Archivos

https://socictopen.socict.org/files/to_import/pdfs/6cbb11b54d3f3e7fe7874162b4c55217.pdf

Citación

Rafaela Costa, Luiz Carlos Dias Rocha, Juliano Antonio de Freitas, Giovani Márcio Coura Júnior, Oliveiros Miranda dos Santos, Éder Oliveira do Couto, “Efeito de agrotóxicos usados na cultura do morangueiro sobre o predador Phytoseiulus macropilis (Banks) em laboratório, semicampo e campo no sul de Minas Gerais,” SOCICT Open, consulta 18 de abril de 2026, https://socictopen.socict.org/items/show/19376.

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